sábado, 22 de maio de 2010

Quem me dera ser como tu!

O que? Não podia acreditar quando me disseram isto? Será que alguém quer mesmo ser como alguém na vida? O que é sermos nós? O que é ser eu ou tu?
O que é ser eu...é ser, hmmm....parvo...epa eu não sei o que é ser eu, isto parece estupido mas é verdade, sou feliz mas também por vezes me sinto triste, choro, e quando dou por mim estou a sorrir logo a seguir. Amo, odeio, respeitro e marginalizo o que se passa em meu redor. Esperiencias de vida...whatever isso todos temos, boas más tudo depende do ponto de vista, mas que tenho eu para quereres ser como eu, gostaria de uma explicação porque agora que escrevi este post percebi que nem eu sei bem como sou...e não sei mais que escrever...

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Fall With My Diamond Eyes...

Após horas e horas, sobre o mau tempo, a observar o sol a tentar rasgar por entre as nuvens. Agarrados, a tremer um com o outro, a partilhar o nosso calor um com o outro entrámos finalmente no concerto de Deftones. A segunda música a ser tocada foi a Diamond Eyes, uma música que nos desperta e nos faz recordar memórias e um simples post num blog. Aproximei-me de ti, agarrando-te pelas costas, senti as tuas curvas, apalpando-te, tocando-te enquanto agarravas as minhas mãos e o meu corpo. Ambos sentíamos a música a correr por nós intensamente até fecharmos os olhos. Com os olhos fechados, as pessoas todas que estavam á nossa volta desapareceram, um novo cenário foi composto, apenas a música permaneceu...
Por momentos tudo ficou escuro, apenas a noite predominava, estávamos sobre um lago. Ambos conseguíamos caminhar sobre ele. Estávamos afastados, sempre de olhos fechados. Abracei o ar pois o teu corpo já não estava lá.
-David?! - chamas-te tu, parecias aflita talvez por não estar junto a ti.
Não me mexi, nem abri os olhos, tinha medo do que pudesse visualizar naquele espaço onde apenas sentia água.
Marília...
Estava fria, sem os teus braços, sem o teu peito contra o meu. Chamei-te mas tu não me respondeste, sentia a tua presença mas não sabia onde ela estava. Sonhei com os teus braços em volta dos meus. Abri os olhos. Desejei-te!
-Abre os olhos eu AMO-TE! - esta frase ecoou apesar de estarem no vazio. A voz dela agitou o mar, mas eles não se afundaram.
David...
Quase me desequilibrei com a agitação das águas. Senti verdadeiramente o amor dela naquelas ondas sonoras. À minha volta formou-se um remoinho e o meu corpo entrou nele. Um foco de luz enorme saiu do buraco, tinha o meu peito a ser puxado para cima por uma força invisivel. A luz provinha dos meus olhos, os meus olhos de diamante.
Marília...
Vi o foco de luz. Comecei a correr para lá, não estava muito longe. Aproximei-me demasiado ia sendo sugada pelo remoinho que não tinha visto. Comecei a ver o teu corpo nu a subir com os teus olhos a brilharem. Subiste acima do nivel do mar, a água desapareceu para dar lugar a solo firme. Olhaste-me nos olhos aqueceste-me, fiquei a brilhar. Continuaste em bicos dos pés a olhar para o céu, para o infinito.
O brilho de diamante dos meus olhos estava agora destribuido pelos nossos corpos. Os meus pés poisaram por completo no chão. Deste um passo em frente ficando apenas a um espaço mínimo de mim. Do nada começaste a tirar toda a roupa que permanecia no teu corpo. Ficámos ambos nus. O meu corpo contorceu-se, arrepiei-me. Cai de joelhos, umas asas saíram-me das costas. Eram pequenas. Levantei-me suado. Estavas assustada e ao mesmo tempo maravilhada. Abri os braços para te abraçar, mas tu mais rápida que eu caíste nos meus braços apertando-me com força contra ti. As minhas asas cresceram embrulhando o nosso abraço.
-Voas comigo? - perguntei-te olhando nos olhos.
-Sim amor da minha vida!
Bati com o pé, o chão estremeceu como um terramoto. As minhas asas pretas nas pontas, clareando para o centro abriram-se revelando todo o seu comprimento e largura. O chão abriu-se ao mesmo tempo que uma chuva de pequenos diamantes abriu. Caímos os dois para dentro do buraco. Aliviava a velocidade com as minhas asas. O brilho dos meus olhos voltou mais intenso que tudo, revelando o meu demónio interior, o meu demónio apaixonado.
-Todos estes pequenos diamantes brilham menos que os teus olhos David!
-Quero-te para sempre Marília!
Poisámos levemente na escuridão do subsolo. As minhas asas voltaram a tapar os nossos corpos. Beijámos-nos. As asas abriram e quando abrimos os olhos no fim do beijo um novo mundo criara-se, um mundo maravilhoso onde nos podíamos amar para sempre. Um mundo iluminado pelo brilho extraído dos meus olhos e aquecido pelo calor dos teus lábios...entretanto...a música acabou...

terça-feira, 11 de maio de 2010

O Fim do Poema...

Prometi-te o final de algo que em tempos te tinha dado. Algo o qual tu pensavas não ter sido feito para ti ou sequer a pensar em ti. Prometi-te o final do poema que te ofereci quando ainda não namorávamos. Quando apenas éramos dois secretos corações apaixonados. Queria que este final de poema te dissesse tudo o que sinto por ti mas também que este fim de poema te surpreendesse por não ser escrito. Sabia que um gesto valeria mais do que milhares de maravilhosas palavras que poderia escrever. Já quase no fim da tarde pedi-te que me acompanhasses, não sabias para onde íamos, na realidade nem eu sabia para onde íamos. A principio parecia que querias permanecer naquele banco de jardim, mas após insistir um pouco acompanhaste-me concedendo-me a vontade. Caminhávamos sempre pela mesma rua. Descíamos e descíamos. Encontrámos uma escadaria pela qual tentei ir mas senti que não seria um bom caminho. Peguei diversas vezes no telemovel para ler sempre a mesma frase: "terei de o escrever pois a voz não me chega e as palavras fogem-me para onde não as consigo agarrar" Pensei em inúmeras frases para te dizer, posso mesmo afirmar que pensei num poema inteiro que tive durante muito tempo na ponta da língua. Antes da escadaria, começaste a ficar com frio, foi ai que larguei a tua mão passando o meu braço suavemente pelas tuas costas para tu te aconchegares a mim. Foi por mero acaso que encontrámos o lugar onde ficámos, penso que podemos mesmo afirmar que foi o destino que nos colocou ali. Estava sentado em cima de um muro, de pernas abertas, ficando tu de pé no meio das mesmas. Sentia que aquele era o momento, sentia que era a altura em que devia começar a dizer tudo o que sinto por ti. Mas a verdade é que não existem palavras para descreverem o que eu sinto por ti. O meu pensamento apenas dizia: amo-te; quero-te para sempre; és tudo; és perfeita; és o amor da minha vida; não te quero perder; nunca fujas; nunca amei ninguém como te amo; és especial; és importante; respeito-te; já chorei por ti sem tu saberes...tirei a mochila e pus-me de pé, olhei-te diversas vezes nos olhos enquanto pensava. Abracei-te com força mais que uma vez. Uma lágrima vinda do nada insistiu em sair do meu olho, não notaste nela, usei um braço para limpar a cara que se encontrava como agora enquanto escrevo este texto. (Lágrimas de felicidade). Foste a primeira pessoa que alguma vez na vida me fez chorar de felicidade. A felicidade que é ter-te para mim e exclusivamente para mim. Beijei-te para permaneceres de olhos fechados e não veres o meu rosto húmido por ti. Entretanto comecei a ouvir um fungar vindo de ti, estavas a chorar pela mesma razão que eu pura felicidade...Ambos chorávamos um pelo outro, um com o outro, as minhas lágrimas encontravam-se nos teus ombros e as tuas sobre o meu peito. Foi ai que eu te disse que eras tudo para mim e que te queria para sempre e melhor que aquilo que eu estava à espera o fim do poema foi um choro de felicidade...

A Glass Wall...

Passeava eu pelo nosso jardim às vinte menos sete da manhã. De blazer torto e sapatos por engraxar. Headphones nos ouvidos e dedo a premir o botão para a próxima música aparecer. Sabia a música que queria era a Through The Glass dos Stone Sour. Quase a passar pelo grande portão que definia a entrada da saída, abrandei ao examiná-lo. Cantarolava no meu pensamento acompanhando perfeitamente a melodia que tinha nos ouvidos. Pensei em ti, na tua voz e no teu olhar. Estava quase na saída, passo a passo mais próximo. Recordei-me de um vídeo que em tempos me tinhas mostrado. Instantaneamente ao recordar o vídeo imaginei-nos na mesma situação. À minha frente apareceu enquanto eu pestanejei uma única vez, ainda ensonado uma parede enorme de vidro, enorme quer em altura quer em largura. Do lado de lá estavas tu mas antes de te ver olhei para trás, pensei em voltar para trás, o homem que estava a correr tinha desaparecido. Continuei em frente, dirigindo-me para o vidro. Estavas encostada de lado a admirar as poucas nuvens existentes no céu. Parei a admirar-te. Estavas mais bela que nos outros dias, parecias brilhar mais! Reparaste na minha presença viraste-te e ficámos frente a frente. Não sabia porque permanecias daquele lado do vidro. Não sabia se serias tu ou eu que estava do lado errado. Poisei a minha mala no chão, tirei de lá toda a minha roupa e do fundo tirei o estojo de facas. Com ele na mão andei não muito mais que dois metros para a tua esquerda. Abri o estojo e com o punho da faca de chef tentei quebrar o vidro. Uma vibração estranha correu pelo cabo vermelho desfazendo-o. Encolheste-te ao ver os pedaços de plástico saltarem da minha mão com aquela brutalidade. Esta estava agora dorida e com um leve corte na palma. Desesperado com o sucedido agarrei numa colher para tentar escavar o chão mas este de pedra não quis romper. Voltei para a tua frente com uma lágrima a escorrer pela bochecha. Viraste-me costas, sentaste-te no chão. A tua mala poisada no solo com violência tal como a minha, demonstravam um pedaço da nossa frustração. Olhei para as tuas costas, para a tua cabeça coberta pelos teus caracóis, as tuas pernas juntas ao peito. Cai de joelhos, não percebi nada do que se estava a passar. Bati no vidro com a mão que não estava a sangrar. Olhaste para trás mas foi como se eu não estivesse lá, não me ligaste. Voltei a bater, desta vez com mais força. Viraste-te com esforço, como se o teu corpo estivesse muito pesado. A minha mão sobressaiu ao teu olhar. Já de pé e também com uma lágrima sobre o rosto colocaste a tua palma sobre o vidro. Fiquei estático. Tiraste da mala a tua chave de casa e escreveste a palavra “TOCA-ME” desenhando também uma seta que indicava a tua mão. O vidro continuava lá. Fiz-te sinal para esperares. Olhei para cima mas era demasiado alto para escalar, corri para ambos os lados mas a parede não terminava. Persistente continuaste com a mão sobre o vidro. Como não arranjei maneira de te tocar mesmo na tua pele e cruzar os meus dedos com os teus, toquei-te com o vidro entre nós. As gotas do meu sangue escorriam pela parede. As nossas outras mãos dirigiram-se uma para a outra ao mesmo tempo, em perfeita simetria. O vidro começou a derreter após a minha ferida ter sarado. Já sem vidro abraçámos-nos e beijámos-nos, acabando com o momento dizendo a palavras amo-te um para o outro...

sábado, 1 de maio de 2010

Fall With Me...

Levei a mão ao peito, senti a minha pulsação que estava incrivelmente forte. Estava a pensar em ti mas nunca me tinha sentido assim, não parava, levantei-me e fui beber um copo de água para me acalmar, também não resultou. Foi como se mal ela tivesse entrado na minha boca automaticamente evaporá-se. Tentei deixar de pensar em ti por um momento mas o meu cérebro não deixou. Sai para a rua, sentei-me de encontro à porta. Continuava a palpitar muito fortemente. Fui a correr até à paragem do autocarro, faltavam trinta e sete minutos exactos para chegar, não podia esperar tanto tempo, continuei a correr em tua direcção pisei ruas que não conhecia, vi horizontes que me surpreenderam ao ponto de poder ficar a olhar eternamente para eles mas algo me puxava. Desesperado e quase sem ar, meio perdido entrei para dentro do chão, deparei-me no metro desesperado pelo tempo que estava a perder quando deveria estar onde deveria de estar. Talvez pela intensidade do momento sabia para onde me tinha de dirigir. Ganhei balanço e saltei por cima das máquinas que me barravam a passagem por não ter bilhetes comigo. Desci ainda mais uma escadaria, entrei de raspão por entre as portas que estavam quase fechadas. Arranhei o braço, estava agora frio ao contrário de todo o resto do meu corpo que estava suado. Voltei para o exterior, o sol estava quase a pôr-se. Senti levemente o coração a abrandar, talvez já estivesse cansado mas seja o que for que se estivesse a passar naquele momento não descansou por muito tempo. Passei por uma rua estreita, caminhei no máximo da minha velocidade mais uns metros e reconheci aquele lugar, tu já mo tinhas descrito. Puxado por uma força que eu desconhecia conter, o meu corpo encaminhou-se para a porta de tua casa, estava nervoso, superei o meu corpo e sentei-me para me acalmar. A minha temperatura retomou para a normalidade. Bati à porta e quase automaticamente abriu-se, minimamente parecida contigo calculei quem aquela pessoa fosse, um homem caminhou lentamente para o lado dela. Apresentei-me afirmando ser aquele que te ama, aquele que te quer ver feliz para sempre. Aquele que na maioria das noites sonha contigo, aquele que te deseja. Ficaram estupefactos a olhar para mim e mais uma vez puxado pela tal força interior rasguei o meu caminho indo na tua direcção. O prédio tornara-se incrivelmente alto. Alarmados com a minha reacção os teus pais seguiram-me até ao topo já quase sem folgo. Foi ai que te vi nua, na beira do edifício de olhar fixado na estrada, naquele pedaço de alcatrão onde não passavam carros. Admirei o teu corpo perfeito, começando nos teus pés e acabando no teu rosto. Olhaste-me por um leve momento nos olhos, soltei uma lágrima por não saber o que se estava a passar. Os teus pais perguntaram o que se passava mas nenhum de nós respondia! Num pestanejar saltaste, olhei para o teu corpo a cair velozmente olhei para os teus pais e disse-lhes, "o amor existe, a paixão está dentro de nós por isso sou o único que poderei salvá-la". Saltei seguindo o teu caminho, as lágrimas permaneciam sobre as bochechas dos quatro. Os teus pais acharam-me loco, eu achei-me demente mas por ti valia a pena, por ti tudo valia a pena. Inclinei o meu corpo de cabeça perfeitamente paralela com o chão numa descida a pique de forma a ser mais rápido que tu, cheguei ao teu lado, consegui rodar sobre mim mesmo. Toquei-te no rosto e tudo parou. Acompanhei as tuas formas, abracei-te com força e beijei-te. Ambos de olhos fechados pensando que este era o nosso ultimo momento juntos que tudo o que tínhamos passado fosse acabar... fomos enganados, porque ao abrir os olhos as pontas dos nosso pés tocavam no chão e lentamente poisámos sobre a superfície do solo, continuando eternamente o nosso beijo...

Love You...

Sentir que somos rejeitados pela pessoa que amamos é pior que o sentimento de culpa. Não quero voltar a senti-lo, não quero saber que existe, só quero estar ao pé de ti como se não houvesse amanha, como se ninguém nos pudesse impedir. A única coisa que quero sentir são os teus braços a puxarem-me para perto de ti, os teus lábios a tocarem nos meus, o calor do teu corpo a ser partilhado comigo. Não quero voltar a chatear-me por razões fúteis que me levam a ficar a pensar o dia inteiro, pois por essas razoes a pouco e pouco vou perdendo tempo da minha vida enquanto o podia ter gasto contigo, que é como quero perder cada segundo, cada minuto, cada hora e cada dia. Diz-me o quanto me amas tal como te amo, diz-me o quanto sou importante para ti neste preciso momento pois preciso das tuas doces palavras a flutuarem até ao meu ouvido, chegando á minha cabeça e ao meu coração.
By: Débora Aguiar...

Tell Me...

Diz-me de que lado estou, de que lado devo de estar, se devo perseguir os meus sonhos ou se os devo deixar cair no chão para se despedaçarem ao ponto de não poderem ser colados de novo. Diz-me se devo escolhe o bem ou o mal onde posso despedaçar as vidas dos inocentes, com a minha mente demente, inconsciente e fraquejada pelo tempo. Diz-me que caminho devo de seguir diz-me, deverei voltar para trás? Abandonar tudo o que já fiz até agora, eliminar tenho o que conheci e absorvi até hoje? Do que estás à espera para me guiar? Porque não experimentas, sabes o que vai dar? Achas que os teus valor são na realidade mais fortes que os meus, que a tua vida que tu supostamente intitulas uma vida de sonho é mais feliz que a minha? Será que conheces a felicidade? Será que alguém a conhece? Se a conheces diz-me se te devo amar ou odiar, se devo amar ou odiar alguém, explica-me as diferenças de um amigo para um inimigo se consideras haver pessoas amigas por ai perdidas nos locai que menos esperamos. Sabes que estás à vontade para me tentar mudar, para tentar moldar-me à tua maneira mas também espero que saibas que não vais conseguir que é inútil tentares, não irá passar de um desperdício de tempo. Sou como sou e não irei mudar sinto-me bem! Custa-te ouvir que não serei como tu eu sei que custa, mas o que são os valores de uma pessoa? Eu pessoalmente penso que os valores de alguém não passa da experiencia adquirida ao longo do tempo, ao longo de cada momento que passa a cada segundo, desde quando está em frente a um televisor a ver o que se passa pelo mundo fora, até dirigir-se à janela e reparar que se passa o mesmo em frente dela, por detrás do vidro. Muitos afirmam que querem seguir as pisadas de alguém mas eu sempre gostei de ter uma ponta de maluco, de diferente por muito anormal que isso possa ser. Sempre quis criar as minhas próprias pisadas pelas minhas experiencias que muitas ou poucas só se podem comparar quando existir um alvo de comparação. Quais são as minhas pisadas, os meus valores? Sinceramente não sei, sei apenas que gosto de agir da maneira como faço as coisas. Gosto de amar, gosto de odiar gosto de misturar todo o tipo de sentimentos para poder afirmar que a minha vida não passa de uma grande diversidade. Gosto de sentir dor, sou apologista que isso nos torna mais fortes, mais vivos, gosto de ser de extremos no que for preciso, gosto de me impor e por vezes odeio ser contrariado. Gosto de erguer a minha voz por cima de quem acho que não tem razão de forma a que as pessoas oiçam as minha ideias por muita razão que a pessoas a qual eu estou a contrariar tenhas razão. Gosto de defender quem eu gosto. Gosto de não me importar pelo que os outros pensam, gosto de poder fazer palhaçadas na rua se assim me apetecer porque para algo temos a nossa liberdade e gosto acima de tudo gosto de ter a minha liberdade até chegar ao limite da liberdade do próximo!