terça-feira, 30 de março de 2010

Nobody Knows...

Ninguém sabe como é...como é ser outra pessoa, ninguém sabe o que é sofrer, ninguém sabe o que é ser eu. Ninguém sabe o que é sorrir, o que é verdade e o que é mentira...Eu admito que não sei como sou, que não sei quem sou. Por vezes sinto que não me conheço, que não me conheces, que não percebes o que gosto ou o que não gosto quando por vezes parece que me conheces demasiado bem, que não te posso esconder nada. Eu gostaria de saber, gostaria de saber o peso que tenho nas pessoas, gostava de saber o que elas sentem quando estão ao pé de mim, quando falam comigo. Gostava de saber o que sentiste por mim, se realmente me amavas e porque nunca o disseste antes de partires...Gostava de saber se querias aquela postura de parvo absolutista para me impor algum tipo de respeito ou porque ainda és mais fraco de afecto que eu. Gostava de saber porque te foste, ou o que teria acontecido se não tivesses ido, gostava de saber tanta coisa...

Gostava de saber porque sonho com a pessoa que amo. Porque me encontro aqui, porque é que escrever me faz sentir tão bem tão leve...porque é que alguém quer saber como eu sou ou mesmo até porque é que alguém gosta de mim...Gostava de saber se te vais recordar de mim quando for a minha altura de partir. Se irás insistir na minha presença. Gostava de saber porque não houve tempo, porque tive de crescer, porque insisto no sorriso, quando a lágrima que tu provocas tenta sair....

[FICTION]Diário de bordo...

A crueldade é o sentimento animal dos humanos, os sere que deveriam ser perfeitos, aqueles que deveriam impor a paz. Escrevo aqui neste caderno na esperança que alguém o encontre um dia, na esperança que alguém o respeite. Lá fora o sangue rega os campos, as balas substituiram as sementes enterrando-se no chão. O medo apodera-se de mim, a letra torna-se perturbada, sinto o meu corpo todo a tremer. Estão quarenta graus lá fora devido ás chamas provenientes daquelas armas que eles inventaram, a nossa polvora não chega. Amo-te, é só isso que tenho na cabeça mas sei que não resistirei a este momento, a minha força não chega e nem tu neste momento me podes salvar. Muitos não sabem porque estão a lutar, muitos não sabem porque têm aquele objecto rude e malicioso de metal na mão, muitos nem sabem como aquilo funciona e é por isso que já partiram...Nascemos para a crueldade! Não sei se quero morrer em batalha ou resgatado, mas com a honra de não ter dado informações em relação à minha pátria. O som dos cartuchos cheios de polvora seca aproxima-se, já consigo cheirar o suor dos duzentos homens sem medo, com o seu ódio nos olhos. Vou sair desta tenda, deixando aqui enterrado no chão este caderno. Vou sair desta tenda sabendo que vou ser apedrejado mas não por pedragulhos, mas sim por munições, pois o meu coração está ligado ao teu, mas em breve, não irá estar, mas lá em cima quem sabe num sitio melhor poderei tomar conta de ti. Poderei continuar-te a amar!

Momento dot two...

Aqui estou eu sentado no chão da rua de portátil na mão, sem nada para fazer, sem nada de especial para dizer. Tenho-te na minha cabeça no meu coração não consegues sair já fazes parte de mim. As pessoas passam e olham, devem-me achar doido, ou pelo menos pouco normal. Mas na realidade não quero saber, estou farto de ligar ao que os outros dizem e pensam, sei que me sinto bem, sei que estou feliz. São estes pequenos momentos que marcam uma pessoa porque aposto que alguém irá perguntar porque se encontra alguém sentado no chão com um computador no colo a escrever letras e letras sem parar. É neste momentos quando andamos na rua, a olhar o que realmente se passa a nossa volta que vimos o que se passa na realidade à nossa volta, crianças felizes por conseguirem chegar ao cimo do baloiço e por conseguirem balançar sem a ajuda dos pais ou dos irmãos. Um casal de idosos ainda com muito amor para dar de mão dada. As árvores a mexerem as suas centenas de folhas com o balanço do vento. É nestes momento que olhamos para o que temos cá dentro, é aqui que vemos o nosso egoísmo, o nosso ciúme, a nossa paixão, porque encontro-me aqui neste momento mas o meu coração está focado em ti, a pessoa que eu amo, a pessoa que eu mais quero…

Beijo...

Um beijo é mais que dois lábios simplesmente a tocarem-se e percebi isso à pouco. Um beijo são na realidade dois lábios a tocarem-se a embrulharem-se, a completarem-se, são dois corpos, duas almas, dois corações interligados por uma parte superficial do corpo. Um beijo é uma prova de amor e consegue ser mágico quando realmente estamos apaixonados. Um beijo, são os olhos fechados, as mãos a rodearem os corpos um do outro, é transparencia do amor. É o perder o fôlego é acabar e dizer...amo-te.

domingo, 28 de março de 2010

My Life...

A minha vida é brilhante, um misto de factos, argumentos que chocam uns contras os outros. Uma vida cheia de emoção, raiva. amor, ódio e alegria, uma vida que não trocava por nada deste mundo porque foi esta vida que me ensinou a ser como sou. Dos momentos mais trágicos como a tua partida aos momentos mais bonitos, a tua chegada. Pessoas diferentes passaram, pessoas diferentes quiseram saber a minha forma de viver, pessoas diferentes tentaram viver como eu. Pessoas essas que desistiram porque simplesmente pensavam que se tivessem no meu lugar não poderia aguentar, era demasiada informação demasiados sonhos para tanta coisa que se passa na vida real. Ainda hoje me perguntam o porque de insistir com um sorriso parvo na cara mas a verdade é que eu gosto do sorriso parvo na minha cara porque por tudo o que já vivi já passou marcou e já não voltará a marcar. Penso que o sofrimento é apenas superficial porque na realidade só se apenas pensarmos no sucedido é que ele nos vem à cabeça, não sei o que foi a minha vida daqui para trás lembro-me de alguns momentos e quando olho para trás estão lá coisas que não gosto que odeio mesmo mas por outro lado está lá o sorriso a auto-estima a vontade de seguir em frente para provar ser melhor do que o que era. Ultrapassar os nossos medos, limites, arriscar as nossas vidas são tudo coisas que nos fazem sentir ainda mais vivos do que já sentíamos. As memórias são os nossos moldes, os nosso traumas os nossos guias os nosso pais...nada, porque os nosso pais não nos fazem viver o mesmo que meia dúzia de pessoas num lar nos fazem pensar, pensar como era no tempo deles e sabermos a sorte que temos agora por sermos como somos.

Four Elements...

Existem quatro elementos na terra, são estes quatro, fogo, água, terra e vento que controlam tudo, é à volta disto que as pessoas andam são estas as nossas grandes necessidades. Uma vez disse para mim mesmo que nós também tinhamos um sentimento dedicado a cada um dos elementos da terra. Foi ai que descobri os meus e descobri que também conseguimos associar pessoas a estes elementos.

Fogo...Peretence aos meus opostos à minha raiva e à minha paixão. A minha raiva que me faz arder lentamente no meu interior até eu apodrecer, não ser mais nada que cinzas, aquela que aparece quando mais me exalto ou por vezes por coisas tão estupidas que por serem tão estupidas nem as consigo tirar da cabeça...Paixão, aquele sentimento pelo qual sou invadido quando te olho nos olhos, o sentimento que me aquece o coração e que me faz derreter no interior de forma a ficar leve e disposto a tudo.

Água...Pertence à minha fraqueza, aos momentos em que deito lágrimas, aos momentos em que tento ser forte mas sinto que a pequena gota se encontra lá. Pertence à minha falta de vontade que por vezes entra no meu espirito tornando-me um pouco pior, um pouco menos responsavél.

Terra...Pertence a tudo sempre imaginei o meu caminho da vida, uma estrada de terra que nunca seria penetrada pela força do alcatrão, que se iria manter sempre pura e fiel à sua natureza, que iria para sempre dominar a simplicidade, os meus sonhos de criança e de adulto. Estrada que nunca seria quebrada pelo vento, água ou fogo, estrada que não passa de mais um risco feito pela mão de Deus, pelo qual passa quem autoriza, pela qual sai quem eu mando e pela qual fica quem eu quero.

Vento...o último, o vento pertence ao futuro, não propriamente a um sentimento, o vento é que me empurra para seguir ou desistir dos meus sonhos, os vento é que abre as portas que me foram abertas até hoje, o vento é que me conduziu a ti.

How you make things go away...

És perfeita só me vem esta palavra à cabeça quando penso em ti. A tua forma de ser, a tua simplicidade, a tua curiosidade e o teu saber são únicos. O brilho dos teus olhos, como dois grandes pedaços de lua, cobertos pela água mais cristalina do mundo. O teu corpo, uma brasa, uma emanação de sensualidade, o teu beijo...

O teu beijo é o que faz tudo à volta desaparecer, quando estamos com os nosso braços em volta um do outro, contornando as nossas formas. Quando a minha mão acompanha o teu contorno acabando no teu rosto. Quando os teus lábios tocam nos meus. Uma sensação de conforto, de prazer, de amor apodera-se de mim não querendo lagar-te nunca mais. Quando a tua lingua entra em contacto com a minha criando, como que uma dança, com ritmo descordenado mas intenso, mágico.

Quando estou contigo, tudo poderia desaparecer pois tu chegas para me deixar feliz, quando oiço da tua boca as palavras amo-te, quero-te fazes-me sentir que valho a pena, quando sorris derretes-me pois és única para mim e eu amo-te...

quarta-feira, 24 de março de 2010

Too sad to say something...

Será, não valerá mais a pena de dizer imediatamente. Vestir umas calças de ganga e um casaco sair porta fora ir a teu encontro, dizer que te amo pegar em ti e levar-te comigo para esclarecer tudo. Será que remecher vezes sem conta neste assunto vale a pena será que eu valho a pena? Terei o direito de dizer que amo a pessoa que amo em publico ou terei de ficar calado para a eternidade? O pior é que não sou pessoa para tar calada, sou pessoa para me manifestar quando estou assim confuso, com uma diarreia mental que não percebo metade dos meus movimentos...Quero falar!

terça-feira, 23 de março de 2010

Bolsos e Buracos...

Bolsos, pensando bem não existe nada como uns grandes e fundos bolsos. Nem nos lembramos deles a não ser quando estamos com as mão petrificadas do frio que está na rua, ou quando estamos desesperadamente à procura do telemovél, ou carteira e espetamos as mãos logo nos ditos "cujos". Não passam de buracos. Os cães também abrem os seus orificios nos quintais para guardar os apreciados ossos, fazem-no porque não têm uns bolsos. Acho que a visão de um cão com um osso num bolso seria minimamente cómico. Comparando um bolso a um buraco podemos também pensar que a nossa vida acabará num bolso, a cova onde iremos ser enterrados. Basicamente o nosso fim, e o fim desta crónica que quem sabe acabará num bolso.

domingo, 21 de março de 2010

From you to me...

Desperta-me os sentidos tocando-te, ouvindo-te, cheirando-te, beijando-te. Deixa-me saborear, desfrutar o bem que me fazes. Amarra-me nos teus braços onde me sinto, amada, quente. Quero sentir as tuas mãos envolvendo o meu corpo, os teus lábios contra os meus enquanto procuro o folêgo pedindo por mais. Aninho-me no teu peito para que possa ouvir o teu coração bater tão forte como o meu. Som que me faz suspirar. E ao minimo movimento teu aninho-me ainda mais na esperança de nunca mais largar. Olha-me nos olhos e deixa transparecer a pessoa que és, a pessoa que adoro. O silencio diz tudo e só falo baixinho para te dizer que és tudo e que te adoro. Entrgo-me a ti e a mais ninguem. Entra em mim. Descobre que nunca consegui dizer as palavras certas porque estavas la tu e brinca com a minha imaginação. Puxa-me para ti e susurra-me ao ouvido o que sentes, aquece me o coração e tudo desparece deixando-nos nus. Dois seres cruzados e unidos.

Sem nada, só tu e eu...


Obrigado namorada!

Night...

Numa noite escura, onde o céu escondido pela noite se confundia com os edificios camuflados pela sombra. As estrelas fracas e nenhum sinal de vida. Um poste de iluminação fundido, ao qual eu estava encostado. Um som irritante vindo de um rádio a fazer mau contacto. Eu sem saber o que fazer, lembrei-me. Lembrei-me porque me encontrava encostado naquele local, porque estava cansado, porque a mala que tinha às costas estava pesada, porque não te tinha ao pé de mim e não sabia onde estavas. Olhei para onde pensava ser o céu e apenas encontrei o chão, tinha o mundo ao contrário, sentia a tua falta, queria um pouco do teu calor. Deixei-me cair, arranhei o pescoço, as pernas, e os braços nas pedras da calçada. Retirei lentamente a mala das minha costas, senti-me mais leve mas na mesma perdido. Sentia o sangue a correr dos meus joelhos para o chão gota a gota a abandonar-me lentamente, pensava não ter muito tempo. Rodei sobre mim próprio em busca de um sinal teu, em busca do teu rosto, da tua alma, do teu cheiro. Encontrei a lua o que me fez lembrar os teus olhos, esses olhos brilhantes que me iluminam, que me alegram e acalmam. Lembrei-me do teu sorriso simplesmente perfeito, o sonho de qualquer um. Lembrei-me do som da tua voz que entrou na minha cabeça como a música mais linda do mundo. Mas ainda não te tinha encontrado a ti!
Pensei que tudo o que tivesse passsado não tivesse existido, que nunca tinha sentido os teus lábios, que nunca te tinha apertado com força, que nunca te tinha tido nos meus braços, mas mesmo assim ergui-me para seguir à tua procura quer existisses ou não. Deixando tudo para trás, todos os valores toda a minha moral, apenas importavas tu!
Caminhei fraco sem saber por onde ia constantemente com o olhar focado na lua, que me trazia a tua imagem à cabeça. Caia de cinco em cinco minutos pela estrada, pensava não aguentar mais, mas também pensava que era real. Tinha uma lágrima quente a escorrer-me pela cara por estar a correr tudo e não te encontrar. Passado duas horas encontrei um lago, olhei lá para dentro e encontrei-te no meu refllexo, toquei-te e desapareceste, olhei para trás e também não estavas lá. Agora uma certeza apoderava-se de mim eras demasiado perfeita para existires. Lavei a cara esforçosamente para acordar. Olhei em frente e ouvi um barulho, o meu corpo renasceu o meu coração voltou a bombear o meu sangue. Consegui caminhar pela água sem sequer a sola dos meus pés molhar porque sabia que do lado de lá estavas tu. Comecei cada vez mais a aproximar-me do outro lado do pequeno lago, já sentia o teu cheiro, eras real, estavas lá!
Cheguei a ti, completamente restaurado, as feridas tinham desaparecido, o calor tinha voltado, as minhas mãos estavam frias e o meu coração quente. Olhei nos teus olhos e percebi porque estava apaixonado. Porque tinha a pessoa mais bonita do mundo à minha frente. Tentei falar mas algo me impedia. Eram os teus lábios, estavam quentes e lentamente roçavam nos meus. A minha lingua tocou na tua e nada mais importava. Os meus braços rodiaram-te apertei-te aproximaste-te ainda mais, o medo tinha fugido...

sábado, 20 de março de 2010

Love you forever...

Vou viver eternamente ao pé de ti, porque me orgulho do teu ser, maravilho-me com as tuas palavras, voo nas asas da tua imaginação e sonho um dia poder vir a ser alguém com a tua dignidade, com vontade de viver a teu lado, de agarrar a tua mão para nunca mais a largar. Vou viver eternamente porque me trazes a imortalidade a sensação de vida constante, quando te tenho nos meus braços e te aperto com força, tudo o que nos rodeia desaparece, apenas nós importamos, quando os nossos lábios se tocam os nossos corações aquecem, quando te dou a mão os nossos dedos cruzam-se como sinal da nossa união da nossa paixão, de uma chama que é capaz de resistir a tudo. Orgulho no meu ser pois és tu que fazes os meus lábios sorrirem és tu que transformas o silencio em algo maravilhoso algo apetecivél. És tu a minha paixão o meu amor, o meu ser feliz. É por ti que eu fico, é por ti que deixo tudo para trás, é pelo teu sabor pelo teu cheiro pelo teu contorno.

Punhado de raiva...

É como eu me sinto ao pensar nas coisas que se andam a passar por aqui e por ali. Nada mais que um punhado de raiva constatemente afogado pelo som de uma boa musica de slipknot ou metallica. Porque é que temoss de pensar? Não podemos simplesmente passar o raio do dia quando nao temos nada para fazer a olhar para a parede em frente de nós ???
A verdade é que pensei, pensei com o que se passa na escola com aqueles animais, parvos com a mania que hão-de de ser grandes chefs de cozinha quando nem perfil para mandar neles próprios têm. Bestas que parecem completamente inúteis para a sociedade que lá porque sabem pegar numa pinça e virar um bife que se encontra numa frigideira pensam logo que são melhores que os outros. Penso nas aulas de francês e na vontade que tenho de dar uma chapada a cada um que os virava completamente do avesso. Penso nos grupos formados logo desde o inicio os fumadores os com a mania que são rebeldes e os que tentam se esforçar minimamente. Todos dizem que a partir de agora a politica será fazer tudo correcto ou ir para o olho da rua mas a verdade é que isso não me parece assim tão simples pois temos desde uma professora que é uma ordinária de primeira que so sabe abanar aquele rabo flácido desde a uma senhora de respeito que almoça a merda de um café e não consegue mandar um menino para a rua porque lhe fazem um beicinho e ela derrete-se toda.
Respeito tudo isto passa por RESPEITO coisa que não existe muito pois é tudo muito simpático mas quando lhes cheira. Porque com o nosso chef apenas falam nas costas têm a mania que os outros vão fazer todos os workshops que podem existir e que eles não fazem nada. Não podemos chegar a lado nenhum sem um bocado, de esforço enorme pela nossa parte. Têm como exemplo uma das melhores pessoas que podia conhecer o Chef Vasco o nosso mentor. Personagem de poder em que queando ele diz para ninguém respirar ninguém respira. Mas um chef não pode ser famoso apenas porque sabe pegar num tomate descasca-lo tirar-lhe as sementes do interior e transforma-lo num "vaso" para colocar a salada. Não um chef é mundialmente conhecido pela cultura geral que possui, desde ciencias e história, do Inglês ao Alemão. Porque cada vez nos temos que nos mostrar mais e se não tivermos a atitude e apostura correcta nunca iremos coçar a sola de muitos que andam por ai...

Como se não chegasse este punhado de raiva também provem de outras coisas que me irritam imenso como este mês...não bastava existir um dia do pai também tinhas que partir uns dias a seguir o que no meu ponto de vista não está correcto. Deixas a D. Alda uma lástima mesmo que ela se esforce e diga que não. Por fim o coração que sente uma paixão imensa e entre áspas "proibida" quando só me apetece tar mais bem da minha vida é quando tudo vem duma rajada só!

Finalmente...

Finalmente o reencontro está cada vez mais próximo, mais vivo, mais rebelde. Falta menos de uma semana, as pulsações são fortes, a cabeça confusa, o corpo calmo e o espirito tenso. Ao menos terei alguém especial ao meu lado, a quem posso dar a mão e abraçar como nunca te abracei. Sinto o receio na descida que me leva a tie da subida que significará a despedida. Tenho medo do que se possa revelar, de querer ir e ficar. Tenho medo de admitir a saudade que luto par subterrar na minha mente. Tenho a certeza que me vai custar, já passaram quatro anos, está muito longe e ao mesmo tempo muito próximo. Lembro-me como se tivesse sido ontem, como se tivesse sido agora, neste momento. Quando pouco antes das oito e meia da manhã o telefone soa como uma campainha para um rumo que todos desconheciam, em que ninguem sabia o que fazer. Foi essa "campainha" que me acordou para o que sou hoje, para o que sou agora. Quando recebi um abraço frio, sem amor e a mensagem que tinha de passar a comportar-me como um homem me entrou na cabeça. Ainda não tinha percebido em o que se passava, mas tudo passava inclusivé o tempo que me obrigou a ser isto. Hoje foste substituido, por mim o pequeno rapaz sobre o qual todos tinham pena por te ter perdido. Mas a pena cansou-me e cansado que estava aprendi que o caminho é sempre a direito, que não existem curvas nem pequenos desvios. Foi a pena que me fez pensar no que eras e porque raio as pessoas pensavam que tinha pena? Pensei no que eras, pensei no que erraste no que gostarias de ter feito e nunca chegaste a fazer. E foi a partir dai desses pensamentos que me revelaram os teus erros e do que não gostava em ti que me formei, que me envolvi e desenvolvi e continuarei a desenvolver.

Quero-te...

Quero dizer o quanto gosto de ti. Dizer que ficava contigo para sempre. Dizer que estou disposto a guiar-te. Quero-te porque me deixas feliz, porque os teus olhos só se comparam com o brilho do luar, a tua pessoa com o momento mais maravilhoso do mundo. Quero dizer que estou apaixonado por ti a meio mundo, indo esta dizê-lo à outra metade. Quero agarrar-te com força, sentir-te bem contra mim, quero contornar a tua perfeição de rosto, alma, corpo com a ponta do meu dedo para que o sintas e te sintas ainda mais feliz. Quero roubar o teu folgo, despertar as tuas emoções mais fortes, quero sonhar contigo, que venhas a correr para os meus braços. Quero ultrapassar todas as barreiras necessárias ao teu lado. Quero sentir os teus lábios nos meus, a tua lingua na minha, as tuas mãos à minha volta. Quero ver o teu sorriso cada vez que estiver contigo, quero ouvir o som da tua voz a dizer que sou importante por ti...


Love you.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Duas Almas...

Encosta-te a mim, faz-me sentir alguém melhor, faz-me sentir um ao teu lado, prova-me que te consigo fazer sorrir, amar, que consigo transformar o silencio em algo maravilhoso, olha-me nos olhos, saboreia o momento, sorri, seduz-me, toca com os teus lábios nos meus, levanta voo comigo. Esquece o passado, molda o futuro, fecha os olhos e deixa-me guiar-te, levar-te ao desconhecido, sem medo, sem receio, sem razões para recuar, pois o caminho encontra-se para norte onde brilha o luar, onde brilham os teus olhos. Onde podemos estar para sempre juntos, sem ninguém para criticar, para abafar ou tentar petrificar os nossos corpos, de forma a ficarmos como estátuas, sem calor humano o calor que torna tudo mais vivo, sem o cheiro, mas ao menos juntos à espera que a pedra derreta e que os nosso corpos voltem, para se agarrarem e nunca mais largarem, para tudo ser mais maravilhoso, para tudo ser mais simples do que é...

quarta-feira, 17 de março de 2010

Prazeres 25

1-O facto de ter-te

2-O Tocar

3-O Beijar

4-O Sentir

5-O Abraçar

6-O Morder

7-O Sonhar Contigo

8-A tua voz

9-Os Olhares

10-O cheiro

11-O apalpar

12-O gozar

13-O silêncio

14-O dar as mãos

15-O teu sabor

16-Os teus lábios

17-Os passeios

18-O agora

19-A tua simplicidade

20-A tua língua

21-As palpitações

22-O teu sorriso

23-O teu pescoço

24-A tua pessoa

25-O futuro…

Li...

Li um livro, onde dizia que o impossivél não passa do subconsciente, onde diz que amar é bonito, forte, duro, e triste, onde duas pessoas, dois fantoches, escolhidos à toa se conheceram, e sem intenção se apaixonaram, quando reparam que tudo fazia sentido, uma bomba, algo indesejado mas impossivél de dominar aconteceu, onde a tragédia foi superada, subterrada, atrofiada até ao ponto de não vir ao coração, e ai uma mão masculina dada com os dedos cruzados ao toque feminino da mão dela se apertaram, onde uma brincadeira acabou uma realidade, onde duas mentes se conectaram, onde um beijo surgiu, beijo esse que iria trazer não palavras, mas momentos, momentos de pura magia, alegria e prazer.

terça-feira, 16 de março de 2010

Arrependimento...

Arrependimento é o estupido sentimento, aquilo que mais me irrita acima de tudo. O que está feito está feito e acabou no hard feelings. Tento-me arrepender o menos possivél, não digo que quando tenho de fazer uma escolha penso nas coisas a um promenor tão infimo que a probabilidade de me arrepender é engativa, escolho com o coração com a plena consciencia do acto que estou a tomar e que não me poderei arrepender do que acabei de fazer. Sei que também já me arrependi mas odeio ter de o dizer. Arrependi-me principalmente pela coisa mais estupida que já fiz na minha vida ter chumbado...mas a realidade é que o facto de ter chumbado mudou a minha vida, mudou-a a tal ponto de ser feliz neste momento neste preciso segundo em que me encontro aqui a escrever umas duzias de palvras para ninguém. Sei que fiz mal em chumbar mas conheci pessoas novas por isso pessoas que neste preciso momento me deixam muito felizes simplesmente por saber que estão presentes.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Momento...

Sozinhos; Com um destino por traçar; Com momentos para rir, amar e chorar; De mãos dadas; Olhares cruzados; O silêncio; A lua acima de nós; Os corações a palpitarem; Um arrepio desconhecido; A verdade quase ao de cimo; Foi então que de repente; O receio foi abandonado; E por instinto; Os nosso lábios cruzaram-se; As nossas mãos separaram-se; E envergonhados; De cabeça baixa; E sorrisos de orelha a orelha; Voltámos a juntar as nossas almas; Os nossos paladares; O nosso futuro.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Forget it...

Um sacrificio, um momento que não aproveitaste; Uma missão por cumprir; Um pestanejar eterno com resposta para um não; Com resposta para algo que nunca se há-de de realizar; Um não para o impossivél; Uma não pelo simples facto de não te amar; De me deixares confuso; De me deixares como se tivesse acabado de ser apedrejado; Como se quisesse fugir para nunca mais voltar; Quero apenas seguir; Seguir sem ter de te ouvir mais; sem continuares com babuseiras deseperadas à espera de algo que não irá acontecer; Sabes que será impossivél; Sabes que não estou simplesmente para ai virado; Sabes que o teu choro falso e insensivél não me diz nada; tal como tu; Ao contrário de tudo o resto; Tudo o que me provoca curiosidade, e vontade de saber mais;

segunda-feira, 8 de março de 2010

De quê?

Somos feitos de quê? De uma substancia chamada pele com sangue e mil e uma coisas no interior que transmitem milhares e milhares de coisas cá para fora. Somos feitos de fraqueza, calma, graciosidade e esperança bem como de muitas mais coisas. Lutamos pelos nossos objectivos bem como os enterramos num buraco acabadinho de escavar. Somos despresados e desprezamos, mas tudo isto nos coloca na sociedade, a nossa arrogancia, borrice e estupidez. Ás tantas a verdade é que não somos feitos de nada não existimos somos o produto da imaginação de alguém, alguém superior a nós alguma identidade que desconhecemos por completo. Quem sabe se não desaparecemos quando dermos um boliscão no braço.

Seja do que for que somos feitos podemos tornar o impossivél possivél porque nunca ninguém se imaginou a voar a percorrer grandes distâncias em horas, minutos até, tornamos o impossivél num esquema que passa melo maquiavélico e demente até ao mais lindo momento das nossas vidas. Seja do que for que somos feitos podemos sempre sonhar sem limites porque os sonhos são para ser realizados e os limites servem para serem ultrapassados, para serem testados ao ponto de estarem prestes a rebentar.

Somos feitos de escolhas, as quais maior parte nos podemos vir a arrepender, mas que ao estarem feitas simplesmente o estão. Somos feitas do facto de não podermos voltar atrás no tempo. Eu sou feito de uma única certeza que nunca iremos visitar o passado nem para o tornar pior ou melhor.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Dream...

Sonhei com um destino; Onde dois e apenas dois existiam, tu e eu, nós; com sonhos apenas vindos da complicidade das nossa mentes, dementes e deficientes sem mais nada à frente; tu que sonhavas com o desejo sagrado de ter mais alguém; com o desejo de água cristalina com o teu reflexo; algo que eu não te podia dar; e eu sonhando contigo; a luz que nao me ilumina; o fogo que não me aquece; o ar que não posso respirar; foi então que a cascata rompeu; e ai chorei, chorei pois partiste, partiste quase sem deixar rasto; porque o teu sonho e tu partiram, mas para trás o meu e a nuvem com o teu cheiro ficaram; acabando a esperança para caminhar.