Bolsos, pensando bem não existe nada como uns grandes e fundos bolsos. Nem nos lembramos deles a não ser quando estamos com as mão petrificadas do frio que está na rua, ou quando estamos desesperadamente à procura do telemovél, ou carteira e espetamos as mãos logo nos ditos "cujos". Não passam de buracos. Os cães também abrem os seus orificios nos quintais para guardar os apreciados ossos, fazem-no porque não têm uns bolsos. Acho que a visão de um cão com um osso num bolso seria minimamente cómico. Comparando um bolso a um buraco podemos também pensar que a nossa vida acabará num bolso, a cova onde iremos ser enterrados. Basicamente o nosso fim, e o fim desta crónica que quem sabe acabará num bolso.
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